Cabo Frio - RJ
Por: Joice, Ana Paula, Sabrina, Samara e Victória
SAÚDE NA ADOLESCÊNCIA: ALIMENTAÇÃO
A adolescência, fase que vai dos 10 aos 19 anos, constitui um período muito especial. É nesta etapa que se torna válida a frase “adolescente que se alimenta bem, será um adulto saudável”. O momento da alimentação precisa tornar-se prazeroso e fornecer combustível adequado para o crescimento e a atividade muscular. A prática de atividade física faz parte da lista de atitudes para se ter uma boa qualidade de vida, associada, logicamente, a hábitos alimentares saudáveis. Atualmente, encontramo-nos inseridos em uma sociedade em que ainda prevalecem o sedentarismo e a alimentação com muita gordura. Os padrões alimentares dos jovens costumam ser caóticos. Eles tendem a omitir refeições, estabelecem associações distorcidas entre valores calóricos e nutritivos, além de comerem muito comida pronta, os fast-foods. A principal dúvida dos pais é como tornar as refeições mais atrativas e equilibradas, ao mesmo tempo.
A alimentação saudável na adolescência deve ter como objetivos:
1. Possibilitar o desenvolvimento máximo das características genéticas (cerebral, óssea, etc); 2. Aumentar a capacidade de resposta imunológica para reduzir a incidência de doenças infecciosas e outras; 3. Impedir o aparecimento de doenças crônicas; 4. Beneficiar o funcionamento do cérebro e favorecer a atenção, assim melhorar aptidões escolares.
Dicas importante para os adolescentes:
Não coma assistindo televisão; Beba muita água, no mínimo dois litros por dia; Coma sem pressa, mastigando bem os alimentos; Não fique muito tempo sem se alimentar, coma de 3 em 3 horas; Evite frituras, carnes gordas (bacon, toucinho); Evite o consumo de lanches calóricos como hambúrguer, batata frita, cachorro quente, etc. Opte pelo consumo de sanduíches naturais; Evite o consumo de balas, chocolates, bolachas recheadas, bolos, etc; Consuma frutas, verduras e legumes; Prefira sempre os alimentos integrais (pães, bolachas, torradas, etc); Pratique atividade física.
Quais características podem sinalizar a Anorexia Nervosa?
Existe uma obsessão pela idéia do emagrecimento em pessoas com Anorexia Nervosa. O peso corporal é uma obsessão e o pensamento gira sempre em torno de comida. É comum que colecionem receitas e cozinhem para que os outros a sua volta comam "por elas". As mulheres tem seu ciclo menstrual interrompido por no mínimo 3 semanas consecutivas, e o corpo perde os contornos femininos devido ao emagrecimento exagerado. Mesmo assim, permanecem em constante dieta hipocalórica (pouca coloria) e estão sempre insatisfeitas com sua aparência física e com a crença de que estão gordas.. As anoréxicas desenvolvem rituais estranhos em torno da alimentação e muitas vezes comem escondido. Outra obsessão são os exercícios físicos, que chegam a ser praticados em exagero para acelerar a perda de peso e compensar o mínimo de ingestão de alimentos. A Anorexia Nervosa faz com que a vivência da forma do corpo seja distorcida e gera sofrimento. Muitas meninas chegam a necessitar de internamento hospitalar devido ao risco de morte pela baixa ingesta alimentar.
Que sinais indicam a Bulimia?
Como na Anorexia Nervosa , na bulimia há a interrupção da menstruação; o interesse exclusivo por alimentos e calorias e rituais alimentares; obsessão por exercícios físicos; a presença de depressão grave e o comer escondido como prática comum. O que diferencia a Bulimia Nervosa é a ingestão compulsiva e exagerada de alimentos; a alimentação excessiva sem ganho de peso; a auto-indução de vômitos e abuso de laxantes e diuréticos. Alguns bulímicos tem problema de dependência de drogas e álcool e de roubo compulsivo (cleptomania). Mas nem todo bulímico se induz ao vômito. Existe a chamada bulimia sem purgação. Neste caso o peso é mantido devido aos jejuns e exercícios físicos praticados obsessivamente.
Como é tratada a Bulimia Nervosa?
Como na Anorexia Nervosa, na Bulimia Nervosa existe Depressão. Por isso, os antidepressivos são aconselhados. No aspecto psicológico a questão gira em torno do controle, que surge excessivo nos jejuns e desaparece por completo nas compulsões. É quase regra que o bulímico sofra de sentimento de culpa após seus rituais de comer compulsivo e tenha dificuldades nos relacionamentos interpessoais. Há algo seu que sempre esconde: vômitos, comer, furtar. etc
Por: Joice, Ana Paula, Sabrina, Samara e Victória
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